Bakuman

(volume 06)
  (volume 10)  
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capitulos Sem voulme lançado:
095 Todas as noites
 096 Quarto lugar e arcos
097 Último e Códigos
098 Aperto de mãos e ajustes
099 Lágrimas de pesar e felicidade

Lady Snowblood


Goth


Alive


Deadman Wonderland


Resident Evil

Volume 01:
( Capitulo 1 )

Luke

Ciaossu ,blz galera ,bom me chamo lucas, mas meu nick Aqui no site e luke ,Espero q gostem do nosso trabalho aqui o mangas direct !!!

bom e so!!
(@como vcs Puderam Notar: nao sou muito bom com apresentaçoes!!)

Apresentação e projetos!!!

Yo mina me apresentando aqiii sou um dos Adms do blog e fundador espero qee o blog possa ter muito sucesso e para isso precisamos de sua visita o blog sera atualizado todos os dias com mangás conhecidos e varios outros sucesso Mangas Direct seu Lugar certuh para Mangás!!!
Trazendo então para estreia Blazer Drive pra qeem curte muita ação e adora lutas ta ae um mangá interessante qee te prende a cada capitulo então fiqeem com o primeiro volume...

Cio Cio

Weekly Shōnen Jump

Weekly Shōnen Jump (em japonês: 週刊少年ジャンプ, Shūkan Shōnen Janpu?), é uma revista semanal de mangás publicada pela editora Shueisha. A temática da revista é voltada ao público masculino jovem (Shounen).

A revista semanal é atualmente a mais vendida do Japão (estimando-se ser também a revista de quadrinhos mais vendida do mundo), na qual na sua época de ouro, no ritmo de sucessos como Dragon Ball e Saint Seiya (cavaleiros do zodiaco), Yu Yu Hakusho, entre outros, vendia 6 milhões de exemplares por semana somente no Japão nos anos 80. Logo após o fim de Dragon Ball a revista perdeu um pequena parte de seu publico, e anos depois com o fim de outro sucesso, Slam Dunk, as suas vendas cairam de novo.

Atualmente com sem seus maiores sucessos mundiais dos anos 80, com a popularização da internet e os títulos que multiplicaram ainda mais, a Shonen Jump vende metade do que vendia naquela época, por volta dos 3 a 3,5 milhões de exemplares semanais somente no Japão.

Não apenas publicada no Japão, visto que também chegou aos Estados Unidos[1],Canadá, Noruega, Suécia e Alemanha (neste último com o título de "Banzai!").

Entre os títulos mais conhecidos da revista estão Dragon Ball,psyren,Yu Yu Hakusho,Saint Seiya, Samurai X, Yu-Gi-Oh!, Shaman King, Hunter X Hunter, One Piece, Naruto, eBleach, e mais recentemente, Death Note D.Gray-Man Katekyou Hitman REBORN! , eGintama .

Uma lista importante que tem muito efeito na revista é a TOC. A TOC (ou "table of contents") é uma relação de mangás que sairão nas próximas edições da Shonen Jump. A ordem da tabela é baseada em pesquisas de popularidade das séries fazendo com que seja parecida com um "ranking" dos mangás da Jump. Porém, é necessário lembrar que alguns fatores (que afetam a ordem) são levados em conta:

  • Pyu to Fuku! Jaguar ou KochiKame, por tradição, não são rankeados.
  • O 1º capítulo de determinado mangá praticamente sempre ganha capa, do 2º até o 8º capítulos de uma nova série a sua posição na TOC já está decidida, a partir daí começa a ser afetada pela votação dos leitores.
  • A popularidade de um mangá no 8º capítulo passado afeta sua posição na TOC.
  • Em algumas situações existe a probabilidade de os votos terem pesos considerando a idade do leitor.
  • Uma serie de outros fatores alem das TOC's tambem determinam se o mangá está ou não fazendo sucesso, como por exemplo as vendas de seus volumes compilados.

One Shot

"One Shot" é um termo que denota série de mangá que são curtos, geralmente composto de apenas um capítulo. Eles são perfeitos para quando você está olhando para uma leitura rápida que tem um começo e um fim, e não quero ficar preso no meio de uma história de espera para o próximo capítulo a ser lançado.

Mangaka

Mangaká (em japonês: 漫画家, Mangaká? lit. cartunista) É a palavra japonesa para um artista de quadrinhos ou banda desenhada. Fora do Japão, os mangás geralmente se referem a um livro japonês em quadrinhos e mangaká refere-se ao autor do mangá, que normalmente é japonês. Em 2006, cerca de 3000 mangaká profissional foram trabalhar no Japão.

Alguns artistas podem estudar em uma escola de mangá, faculdade, ou assumir um aprendizado com um outro mangaká, antes de entrar no mundo dos mangás como um artista profissional. No entanto, existem alguns que só começam seus projetos, sem ser um assistente, aplicando aos concursos que as revistas executam. Por exemplo, Naoko Takeuchi, autora de Sailor Moon, que ganhou tal competição patrocinada pela Kodansha, e Osamu Tezuka, criador de Astro Boy começou sem um assistente.

O mangaká subirá para destaque através do reconhecimento de sua capacidade quando despertar o interesse de instituições, indivíduos ou um grupo demográfico dos consumidores de mangá. Por exemplo, há concursos que podem entrar prospectivos mangakás, patrocinado pelos editores e editoras de mangá. Eles também são reconhecidos para o número de mangás que publicam ao mesmo tempo. Etimologia A palavra pode ser dividida em duas partes: Manga e ka (漫画家). O Mangá corresponde ao meio da arte que o artista usa: banda desenhada, ou quadrinhos japoneses, dependendo de como o termo é usado dentro ou fora do Japão. O -ka (家) suffix implica um grau de especialização e autoria tradicional. Por exemplo, este termo não seria aplicada a um escritor de criar uma história que é então entregue a um artista de mangá para o desenho. O termo japonês para tal escritor de histórias em quadrinhos é sha gensaku. O termo gensaku-sha também é comumente usado para manga-kas. A frase significa "artista" no literal. Editor O editor ajuda e apoia o mangaká, garantindo que o mangá está sendo produzido em um mesmo ritmo e que os prazos sejam cumpridos. O editor também pode fazer um pouco de gestão das aparências do mangaká. Ele ou ela costumam comentar sobre o layout dos painéis de mangá, a arte, e certificando-se que o mangá permaneça entre os padrões da empresa. O editor também faz edição básica e sugestões história do mangá em si. Geralmente, o editor é considerado o chefe do mangaká e supervisiona a maior parte da produção para garantir que funcione perfeitamente. Além disso, nos casos em que o mangaká não pode fiscalizar o personagem de anime, desenhos e modelos figura de ação, muitas vezes o editor supervisiona estas coisas no lugar do mangaká real. Assistentes Muitos mangakás tem assistentes que os ajudam com suas obras. As funções de assistentes variam muito, alguns mangakás apenas esboçam os fundamentos do seu mangá, e seus assistentes preenchem todos os detalhes, enquanto outros usam assistentes apenas para coisas específicas (Go Nagai, por exemplo, em um tempo empregado a um assistente específico para desenhar helicópteros e outros veículos militares). Outros mangakás não têm assistentes em tudo, e preferem fazer tudo sozinhos, mesmo que para atender as assistentes apertados prazos são normalmente necessários. O grupo CLAMP, por exemplo, divide as tarefas entre seus membros, mas não usa assistentes adicionais. Na maioria das vezes, os assistentes são responsáveis pelo fundo e screentones na manga, enquanto o próprio mangaká faz a pintura e desenha os personagens princípais. Enquanto eles são frequentemente utilizados para ajudar com a arte, assistentes quase nunca ajudam o mangaká com o enredo de seu mangá, além de ser uma "caixa de ressonância" para as idéias. A maioria dos mangakás começaram como assistentes, como Miwa Ueda de Naoko Takeuchi, Leiji Matsumoto de Osamu Tezuka, Kaoru Shintani de Leiji Matsumoto e muitos outros. No entanto, é possível também que um assistente para gastar toda a sua carreira, como tal, sem fazer o salto para ser um mangaká, por direito próprio. Ferramentas Mangakás usam canetas e lápis para desenhar "nomes" (rascunhos ou rafes) e manuscritos. Outras ferramentas de desenho e arte são usados como pincéis de efeitos, tais como sangue e água. A ferramenta de desenho tradicional é uma caneta de aparo. Alguns mangakás usam canetas Kabura, mas uma "Caneta G" é a caneta de ponta mais comum utilizada pelos profissionais no Japão e em outros lugares. Diferentes canetas e marcadores que também são necessários para a tonificação e efeitos específicos necessários para a manga. Em outros países, o Mangá Studio é usado frequentemente em vez de usar as ferramentas tradicionais da "maneira antiga", em que o programa oferece ferramentas digitais que correspondem a instrumentos tradicionais. No entanto, alguns artistas preferem usar as ferramentas reais de forma tradicional, em vez da criação de obras de arte digital, como é freqüentemente considerada mais difícil de desenhar em uma tablet e menos problemas para a mão de desenhar o mangá. Programas como o Photoshop e o Manga Studio são por vezes utilizados na digitalização de páginas de mangá realmente desenhada para "limpar" ou "terminar" o trabalho que requer um pouco mais de edição.

Mangá

O mangá (português brasileiro) ou manga (português europeu) (em japonês: 漫画, manga?, literalmente história(s) em quadrinhos) é a palavra usada para designar as histórias em quadrinhos feitas no estilo japonês. No Japão, o termo designa quaisquer histórias em quadrinhos.
Vários mangás dão origem a animes para exibição na televisão, em vídeo ou em cinemas, mas também há o processo inverso em que os animes tornam-se uma edição impressa de história em sequência ou de ilustrações.

História
Um gravura de Katsushika Hokusai precursora do mangá moderno.
Os mangás têm suas raízes no período Nara (século VIII d.C.), com o aparecimento dos primeiros rolos de pinturas japonesas: os emakimono. Eles associavam pinturas e textos que juntos contavam uma história à medida que eram desenrolados. O primeiro desses emakimono, o Ingá Kyô, é a cópia de uma obra chinesa e separa nitidamente o texto da pintura.
A partir da metade do século XII, surgem os primeiros emakimono com estilo japonês. O Genji Monogatari Emaki é o exemplar de emakimono mais antigo conservado, sendo o mais famoso o Chojugiga, atribuído ao bonzo Kakuyu Toba e preservado no templo de Kozangi em Kyoto. Nesses últimos surgem, diversas vezes, textos explicativos após longas cenas de pintura. Essa prevalência da imagem assegurando sozinha a narração é hoje uma das características mais importantes dos mangás.
No período Edo, em que os rolos são substituídos por livros, as estampas eram inicialmente destinadas à ilustração de romances e poesias, mas rapidamente surgem livros para ver em oposição aos livros para ler, antes do nascimento da estampa independente com uma única ilustração: o ukiyo-e no século XVI. É, aliás, Katsushika Hokusai o precursor da estampa de paisagens, nomeando suas célebres caricaturas publicadas de 1814 à 1834 em Nagoya, cria a palavra mangá — significando "desenhos irresponsáveis" — que pode ser escrita, em japonês, das seguintes formas: Kanji (em japonês: 漫画, Kanji?), Hiragana (em japonês: まんが, Hiragana?), Katakana (em japonês: マンガ, Katakana?) e Romaji (Manga).
Os mangás não tinham, no entanto, sua forma atual, que surge no início do século XX sob influência de revistas comerciais ocidentais provenientes dos Estados Unidos e Europa. Tanto que chegaram a ser conhecidos como Ponchie (abreviação de Punch-picture) como a revista britânica, origem do nome, Punch Magazine (Revista Punch), os jornais traziam humor e sátiras sociais e políticas em curtas tiras de um ou quatro quadros.
Diversas séries comparáveis as de além-mar surgem nos jornais japoneses: Norakuro Joutouhei (Primeiro Soldado Norakuro) uma série antimilitarista de Tagawa Suiho, e Boken Dankichi (As aventuras de Dankichi) de Shimada Keizo são as mais populares até a metade dos anos quarenta, quando toda a imprensa foi submetida à censura do governo, assim como todas as atividades culturais e artísticas. Entretanto, o governo japonês não hesitou em utilizar os quadrinhos para fins de propaganda.
Sob ocupação americana após a Segunda Guerra Mundial, os mangakas, como os desenhistas são conhecidos, sofrem grande influência das histórias em quadrinhos ocidentais da época, traduzidas e difundidas em grande quantidade na imprensa cotidiana.
Nessa época, mangás eram bastante caros, começaram a surgir compilações em akahons (ou akabons, livros vermelhos), livros produzidos com papel mais barato e capa vermelha e do tamanho dos cartões postais (B6).[1]
É então que um artista influenciado por Walt Disney e Max Fleischer revoluciona esta forma de expressão e dá vida ao mangá moderno: Osamu Tezuka. As características faciais semelhantes às dos desenhos de Disney e Fleischer, onde olhos (sobretudo Betty Boop), boca, sobrancelhas e nariz são desenhados de maneira bastante exagerada para aumentar a expressividade dos personagens tornaram sua produção possível. É ele quem introduz os movimentos nas histórias através de efeitos gráficos, como linhas que dão a impressão de velocidade ou onomatopeias que se integram com a arte, destacando todas as ações que comportassem movimento, mas também, e acima de tudo, pela alternância de planos e de enquadramentos como os usados no cinema. As histórias ficaram mais longas e começaram a ser divididas em capítulos.
Em 1947, Tezuka criou publicou no formato akahon, um mangá escrito por Sakai Shichima, Shin Takarajima (A Nova Ilha do Tesouro), um título de grande de sucesso que chegou a vender 400 mil exemplares. [1]
Um rosto desenhado no estilo do mangá.
Osamu Tezuka produz através de seu próprio estúdio, o Mushi Production, a primeira série de animação para a televisão japonesa em 1963, a partir de uma de suas obras: Tetsuwan Atom (Astro Boy). Finalmente a passagem do papel para a televisão tornou-se comum e o aspecto comercial do mangá ganhou amplitude, mas Tezuka não se contentou com isso. Sua criatividade o levou a explorar diferentes gêneros — na sua maioria, os mangás tinham como público-alvo as crianças e jovens —, assim como a inventar outros, participando no aparecimento de mangás para adultos nos anos sessenta com os quais ele pôde abordar assuntos mais sérios e criar roteiros mais complexos. Ele também foi mentor de um número importante de mangakas como Fujiko & Fujio (dupla criadora de Doraemon), Akatsuka Fujio, Akira "Leiji" Matsumoto, Tatsuo Yoshida (criador de Speed Racer) e Shotaro Ishinomori.
Assim, os mangás cresceram simultaneamente com seus leitores e diversificaram-se segundo o gosto de um público cada vez mais importante, tornando-se aceitos culturalmente. A edição de mangás representa hoje mais de um terço da tiragem e mais de um quarto dos rendimentos do mercado editorial em seu país de origem. Tornaram-se um verdadeiro fenômeno ao alcançar todas as classes sociais e todas as gerações graças ao seu preço baixo e a diversificação de seus temas. De fato, como espelho social, abordam todos os temas imagináveis: a vida escolar, a do trabalhador, os esportes, o amor, a guerra, o medo, séries tiradas da literatura japonesa e chinesa, a economia e as finanças, a história do Japão, a culinária e mesmo manuais de "como fazer", revelando assim suas funções pedagógicas.

Blazer Drive